terça-feira, 13 de maio de 2008

Violência policial, agredido vai ser julgado

http://acabportugal.blogspot.com/2007/09/violencia-policial-1.html

Lembram-se disto?

"O homem espancado por polícias no Parque das Nações, Lisboa, que viu arquivado o inquérito aos agentes pelo ministro da Administração Interna, vai ser julgado por posse de uma faca que assegura nunca ter possuído, noticia a agência Lusa.

A advogada de Ivan F., 24 anos, disse esta sexta-feira à agência Lusa que o seu cliente sempre negou, no inquérito do tribunal e junto da Inspecção-Geral da Administração Interna, a posse da arma, embora tenha assinado um documento onde é afirmado que possuía a faca na madrugada de 18 de Novembro de 2006 e com ela ameaçou polícias.

«Ele garante que não tinha a faca e que só se fosse louco é que puxaria dela quando estava cercado por polícias», disse Isménia Azevedo à Lusa.

Além disso, alega que na posse de uma arma jamais teria conseguido entrar no bar onde estivera anteriormente, pois o estabelecimento tem detector de metais.

Esta versão colide, no entanto, com o relato do polícia que o deteve, ao escrever no auto que Ivan puxou de uma navalha com a qual o pretendeu atingir.

«(...) de forma deliberada e na minha direcção começou a ameaçar-me, dando claramente a entender que me queria agredir com o objecto em questão, altura em que lhe dei voz de detenção», escreve o polícia no auto a que a Lusa teve acesso.

Como não terá acatado a ordem de atirar a faca para o chão, prossegue o relato, «e já com todas as condições de segurança reunidas», Ivan foi «desarmado», «manietado» e deitado no chão para ser algemado e revistado.

A parte em que o jovem é atirado ao chão é visível nas imagens recolhidas com um telemóvel por um amigo, que as colocou na Internet apenas um mês e meio depois, a 6 de Janeiro de 2007, facto que deu visibilidade ao caso, já que as imagens passaram em canais televisivos.

Assinou porque voltou a ser espancado na esquadra

Ivan F., de acordo com a sua defensora, alega que, apesar de não ter qualquer arma consigo, assinou um documento a confessar que tinha uma faca porque, garante, voltou a ser espancado pelos polícias na esquadra, onde ficou «várias horas», e achou que essa era a melhor forma de conseguir sair das instalações policiais e ir para casa.

Contudo, o auto de detenção precisa que o agora acusado tinha uma faca com 10,1 centímetros de lâmina (ilegal), com o cabo castanho e dourado.

O julgamento por posse de arma proibida, já marcado, mas de que a advogada não soube precisar a data, foi decidido por um juiz de Instrução através de um despacho proferido a 1 de Outubro concluindo haver matéria para julgar.

A acusação é sustentada no testemunho de três polícias que participaram na polémica operação.

Contudo, o juiz escreve no despacho, a que Lusa acedeu, ter «dúvidas quanto à versão quer do arguido e dos seus amigos, quer dos senhores agentes da PSP».

Apesar disso, considera que «o momento próprio para definitivamente as esclarecer é em sede de julgamento».
retirado do www.iol.pt

Como sempre os ACAB levaram a melhor... até quando? Até quando é que vão entender que este é um País de Fascistas camuflados?
Esses Palhaços Fardados terão a sua resposta.....

ACAB

3 comentários:

Anónimo disse...

Todos os policias tem armas brancas em serviço para quando agridem pessoas inocentes no caso de elas fazerem queixa e pedirem identificaçao eles sacam das suas armas brancas e dizem pertencer ao agredido e que foram ameçados por elas nas maos do inocente.
Esta practica impune e covarde já tem anos...
Ou o estado faz um orgao acima da policia tipo serviçoes internos que ponha estes bandidos fardados na linha ou vai se criar um grupo denominado "terrorista" para por estes cabroes na linha.
Vamos ver qual deles se cria primeiro...

Anónimo disse...

http://lobos-imortais.blogspot.com/

Anónimo disse...

Grupo Terroristas, és mesmo mau, e que tal cresceres e começares a ser um cidadão normal, pois pelas tuas afirmações não passas de um perfeito anormal, e depois não queres levar no pelo.

Volta Salazar estás perdoado.